Curso de Inglês On-Line com Professor Nativo em Itabira / Minas Gerais
Olá a todos de Itabira - Minas Gerais !
Inglês Fora do Livro!
O que você precisa saber e não encontra nos livros!
IMPROVE
YOUR
ENGLISH
IMPROVE
YOUR
LIFE

Bem-vindos a Ask Jackie, a sua solução para aprimorar suas habilidades no inglês online!
Eu sou Jackie, professora nativa dos EUA (de Chicago), com vasta experiência no ensino do inglês para milhares de brasileiros (após 10 anos morando no Brasil). Sou formada em Educação e Letras pela Universidade de Iowa e em 2007 completei meu Mestrado em Orientação Educacional na Universidade Roosevelt em Chicago estou aqui para ser sua professora e lhe ajudar a aprimorar suas habilidades no idioma.
Mas e você? Está cansado de estudar inglês e sentir-se perdido na hora de se comunicar em inglês, como ele é usado na prática? Não se preocupe, você não está só nessa. Muitas vezes, os livros tradicionais não ensinam as expressões e nuances reais da língua, deixando você com uma fala robótica e pouco natural. Mas durante o meu minicurso gratuito "Inglês Fora do Livro" e no meu Curso Ask Jackie, vamos mergulhar em tópicos interessantes e práticos que irão capacitá-lo a se comunicar em inglês com confiança. Vamos juntos rumo a fluência!
Para os estudantes de Itabira - Minas Gerais, é uma satisfação especial ter vocês aqui. Adoro explorar novas cidades, e apesar de ter morado no Brasil por tanto tempo, ainda há tantos lugares que desejo conhecer! Como professora nativa de inglês, acredito que aprender inglês se torna ainda mais enriquecedor quando podemos aplicar o idioma ao contexto local. Juntos, iremos descobrir como usar o inglês em situações do dia a dia, refletindo a realidade e as necessidades específicas de Itabira - Minas Gerais.
Ao longo do minicurso GRATUITO "Inglês Fora do Livro" e no meu curso completo, você aprenderá vocabulário e expressões úteis para diferentes situações, como compras, restaurantes, turismo, atividades culturais e muito mais. Além disso, teremos exercícios interativos, quizzes e dinâmicas que tornarão a aprendizagem divertida e envolvente. Você também terá a oportunidade de aprimorar sua pronúncia e fluência por meio de diálogos autênticos.
E não se preocupe com o sotaque! Vamos nos concentrar em sua pronúncia, ou seja, em alcançar uma comunicação clara e eficaz. Lembre-se de que falar com a pronúncia correta é diferente de eliminar seu sotaque pessoal. Sotaque todos temos!
Como parte do CURSO ASK JACKIE, estarei disponível para responder às suas dúvidas e fornecer feedback personalizado. O meu objetivo é garantir que você progrida rapidamente e alcance seus objetivos no aprendizado do inglês.
Lembre-se de que a prática constante é essencial para desenvolver habilidades no estudo do inglês. Portanto, não hesite em usar o inglês em seu dia a dia, seja com amigos, familiares, colegas de trabalho, durante suas atividades e em tudo o que se encaixe aí em Itabira - Minas Gerais. Com o meu apoio, você se sentirá mais confiante e capaz de se comunicar em inglês, não apenas em Itabira - Minas Gerais, mas em qualquer lugar do mundo.
Nos vemos em nossa primeira aula do minicurso GRATUITO "Inglês Fora do Livro"! Coloque seu nome e seu melhor e-mail abaixo para acessar as videoaulas gratuitas e fazer o download do seu e-book. Essa é a sua chance de melhorar significativamente a sua comunicação em inglês. Prepare-se para aprender o inglês falado na prática, que você não encontra nos livros e para se destacar na hora de se comunicar!
Não deixe essa oportunidade escapar! Junte-se a mim e transforme o aprendizado de inglês em uma experiência gratificante! Acesse as videoaulas e baixe o e-book gratuitamente colocando apenas seu nome e e-mail abaixo.
Let's get started!
Beijos,
Jackie - Ask Jackie
Professora Mestre de Inglês - Nativa de Chicago-IL, EUA.
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Gentílico: itabiranoHistórico
?Descobriram-se, em 1698, as Minas Gerais, (sic) as do Ouro Preto, as do Morro, as do Ouro Branco, as de São Bartolomeu, Ribeirão do Carmo, Itacolomi, Itatiaia, Itabira?, escreve Rocha Pita, em sua ?História da América Portuguesa?, citada por Francisco Ignácio Ferreira, em seu ?Dicionário Geográfico das Minas do Brasil?, edição de 1885.
Apesar disto, a tradição local dá o ano de 1720 como ponto de partida de sua história, iniciando-se com a aventura de dois mineradores que, encontrando-se no Itambé, e divisando ao longe a característica silhueta do pico mais tarde batizado de ?cane?( em que em língua africana, significa ?irmãos?), para lá se dirigiram, encontrando ouro nos ribeiros que desciam das encostas.
Os dois mineradores irmãos, Francisco e Salvador Faria de Albanaz, que eram paulistas e descendentes de bandeirantes - os Camargos - voltaram ao ponto de origem em busca de escravos, apetrechos e víveres, retornando ao Caué; não se sabe, ao certo, por quanto tempo desfrutaram sós as minas descobertas, mas a fama correu célebre e não faltaram concorrentes, adquirindo direitos aos primeiros desbravadores, que vieram se fixar nas redondezas. Pequenas cabanas foram surgindo pelas margens dos córregos. Instalavam-se não muitos distantes uns dos outros, que o gentio em torno impunha respeito e, não raro, investia contra os usurpadores de seus direitos naturais, infligindo-lhes castigos severos. O provável, no entanto, é que estes choques violentos fossem sistemáticos e só ocorressem por imprudência nas relações de brancos e índios.
No fim do século XVIII, o povoado tomara consistência, unificando-se mais ou menos para os lados do Córrego da Penha, já tendo início os arruamentos de ?Sant?Ana?, do Rosário? e dos ?Padres?.
Conhece-se a data da chegada de alguns dos moradores que, vindos depois dos irmãos Albanaz, fixaram-se nesse povoado; João Pereira da Silva chegou em 6 de junho de 1737; Antônio Pereira da Silva, em 20 de setembro de 1739; Antônio Lopes, padre Manoel do Rosário e João Ferreira Ramos, em 27 de abril de 1764. Pouco mais tarde, chegaram Francisco da Costa Lage e Francisco de Paula Andrade. Ainda por um antigo documento, sabe-se que a primeira mulher a chegar ao local foi a senhora Maria do Couto.
A essa altura, se construi uma capela, escolhida Nossa Senhora do Rosário como padroeira local.
Em 1827, o povoado já desenvolvido e livre dos ataques dos índios, pela chegada de um Destacamento chefiado pelo capitão Francisco Procópio de Alvarenga Monteiro, que os dizimara até a longínqua região de Ferros, recebeu a categoria de ?arraial?, pertencente à vila Nova da Rainha (hoje, Caeté), e, na mesma época, elevava-se à freguesia.
A mineração do ouro entrou em declínio, o que não arrefeceu o impulso inicial da povoação, pois, ao brilho sedutor do ouro, sucedia uma nova riqueza mineral, menos bela e mais útil, o ferro.
Surgiram as primeiras forjas. Um dos pioneiros da nova indústria foi o fundador: Domingos Barbosa, que se instruíra a respeito em Mariana, sendo o primeiro construtor de forjas Manoel Fernandes Nunes. Não só se fundia o minério de ferro, como dele manufaturavam-se variados objetos, ferramentas e até armas, como as espingardas ali fabricadas e adquiridas pelo próprio Governo Real, que financiava as fábricas.
Em 1867, subia a 84 o número de forjas nas regiões de Itabira e Santa Bárbara, segundo afirma em um seu relatório o Conselheiro João Crispim Soares. Ainda hoje no local denominado Girau, no distrito da sede, persistem ruínas de algumas dessas forjas.
Daí para cá, o ferro tem sido o sustentáculo da vida econômica do município, jamais tendo cessado a extração do minério em escalas cada vez mais importantes. Saint-Hilaire, o ilustre visitante que percorreu o Brasil, afirmou sobre as reservas minerais de Itabira que bastavam por si sós para o suprimento integral de todo o mundo, por séculos. Suas serras, montes e picos de ?hematita? e ?manganês? dão imponente testemunho de suas riquezas, em muda concordância com a previsão de Saint-Hilaire. Modernamente, se admite existência de minerais atômicos na área do município.
O padrão econômico dos moradores foi sempre elevado em relação ao de outras zonas do Estado, permitindo às tradicionais famílias locais a construção de grandes residências em estilo colonial, que ainda hoje dão à cidade um aspecto senhorial e característico.
O centenário da elevação de sua sede à categoria de vila foi comemorado em 1948, com grandes festividades cívicas.Formação Administrativa
Distrito criado, com a denominação de Itabira de Mato Dentro, pelo Alvará de 25-01-1827, e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, sendo subordinado ao município de Caeté.
Elevado à categoria de vila, com a denominação Itabira de Mato Dentro, pela Resolução de 30-06-1833, sendo desmembrado de Caeté. Tendo sede na antiga povoação de Itabira de Mato Dentro e constituído do distrito sede. Instalado em 07-10-1833.
Elevado à condição de cidade, com a denominação de Itabira, pela Lei Provincial n.º 374, de 09-10-1848.
Pela Lei Provincial n.º 384, de 09-10-1848, e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de São José da Lagoa e anexado ao município de Itabira.
Pela Lei Provincial n.º 1.635, de 15-09-1870, e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de Carmo de Itabira e anexado ao município de Itabira.
Pela Lei Provincial n.º 1.758, de 01-04-1871, pela e Lei Estadual n.º 2 ,de 14-09-1891, é criado o distrito de Santa Maria e anexado ao município de Itabira.
Pela Lei Provincial n.º 2.876, de 20-09-1882, e pela Lei Estadual n.º 2 ,de 14-09-1891, é criado o distrito de Dionísio e anexado ao município de Itabira.
Pela Lei Municipal n.º 26, de 23-05-1894, e pela Lei Municipal n.º 214, de 07-09-1901, é criado o distrito de Aliança e anexado ao município de Itabira.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911 o município é constituído de 5 distritos: Itabira, Aliança, Carmo de Itabira, Santa Maria, São José da Lagoa.
Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de I-IX-1920 o município é constituído de 5 distritos: Itabira, Aliança, Nossa Senhora de Itabira, Santa Maria e São José da Lagoa. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pela Lei Estadual n.º 148, de 17-12-1938, é desmembrado do município de Itabira o distrito de São José da Lagoa, elevado à categoria de município com a denominação de Presidente Vargas. O mesmo Decreto altera os nomes dos distritos de Santa Maria para Santa María de Itabira e de Nossa Senhora de Itabira para Senhora do Carmo.
No quadro fixado para vigorar no período 1939 a 1943 o município é constituído de 4 distritos: Itabira, Aliança, Santa Maria de Itabira e Senhora do Carmo.
Pela Lei Estadual n.º 1.058, de 31-12-1943, o município de Itabira passou a denominar-se Presidente Vargas e o distrito de Aliança passou a chamar-se Ipoema. Ainda pelo mesmo Decreto-lei é desmembrado do município de Itabira o distrito de Santa Maria do Itabira, elevado à categoria de município.
Pelo Decreto n.º 2.430, de 05-03-1947, o município de Presidente Vargas voltou a denominar-se Itabira.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído de 3 distritos: Itabira, Ipoema e Senhora do Carmo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.
Histórico
?Descobriram-se, em 1698, as Minas Gerais, (sic) as do Ouro Preto, as do Morro, as do Ouro Branco, as de São Bartolomeu, Ribeirão do Carmo, Itacolomi, Itatiaia, Itabira?, escreve Rocha Pita, em sua ?História da América Portuguesa?, citada por Francisco Ignácio Ferreira, em seu ?Dicionário Geográfico das Minas do Brasil?, edição de 1885.Apesar disto, a tradição local dá o ano de 1720 como ponto de partida de sua história, iniciando-se com a aventura de dois mineradores que, encontrando-se no Itambé, e divisando ao longe a característica silhueta do pico mais tarde batizado de ?cane?( em que em língua africana, significa ?irmãos?), para lá se dirigiram, encontrando ouro nos ribeiros que desciam das encostas.
Os dois mineradores irmãos, Francisco e Salvador Faria de Albanaz, que eram paulistas e descendentes de bandeirantes - os Camargos - voltaram ao ponto de origem em busca de escravos, apetrechos e víveres, retornando ao Caué; não se sabe, ao certo, por quanto tempo desfrutaram sós as minas descobertas, mas a fama correu célebre e não faltaram concorrentes, adquirindo direitos aos primeiros desbravadores, que vieram se fixar nas redondezas. Pequenas cabanas foram surgindo pelas margens dos córregos. Instalavam-se não muitos distantes uns dos outros, que o gentio em torno impunha respeito e, não raro, investia contra os usurpadores de seus direitos naturais, infligindo-lhes castigos severos. O provável, no entanto, é que estes choques violentos fossem sistemáticos e só ocorressem por imprudência nas relações de brancos e índios.
No fim do século XVIII, o povoado tomara consistência, unificando-se mais ou menos para os lados do Córrego da Penha, já tendo início os arruamentos de ?Sant?Ana?, do Rosário? e dos ?Padres?.
Conhece-se a data da chegada de alguns dos moradores que, vindos depois dos irmãos Albanaz, fixaram-se nesse povoado; João Pereira da Silva chegou em 6 de junho de 1737; Antônio Pereira da Silva, em 20 de setembro de 1739; Antônio Lopes, padre Manoel do Rosário e João Ferreira Ramos, em 27 de abril de 1764. Pouco mais tarde, chegaram Francisco da Costa Lage e Francisco de Paula Andrade. Ainda por um antigo documento, sabe-se que a primeira mulher a chegar ao local foi a senhora Maria do Couto.
A essa altura, se construi uma capela, escolhida Nossa Senhora do Rosário como padroeira local.
Em 1827, o povoado já desenvolvido e livre dos ataques dos índios, pela chegada de um Destacamento chefiado pelo capitão Francisco Procópio de Alvarenga Monteiro, que os dizimara até a longínqua região de Ferros, recebeu a categoria de ?arraial?, pertencente à vila Nova da Rainha (hoje, Caeté), e, na mesma época, elevava-se à freguesia.
A mineração do ouro entrou em declínio, o que não arrefeceu o impulso inicial da povoação, pois, ao brilho sedutor do ouro, sucedia uma nova riqueza mineral, menos bela e mais útil, o ferro.
Surgiram as primeiras forjas. Um dos pioneiros da nova indústria foi o fundador: Domingos Barbosa, que se instruíra a respeito em Mariana, sendo o primeiro construtor de forjas Manoel Fernandes Nunes. Não só se fundia o minério de ferro, como dele manufaturavam-se variados objetos, ferramentas e até armas, como as espingardas ali fabricadas e adquiridas pelo próprio Governo Real, que financiava as fábricas.
Em 1867, subia a 84 o número de forjas nas regiões de Itabira e Santa Bárbara, segundo afirma em um seu relatório o Conselheiro João Crispim Soares. Ainda hoje no local denominado Girau, no distrito da sede, persistem ruínas de algumas dessas forjas.
Daí para cá, o ferro tem sido o sustentáculo da vida econômica do município, jamais tendo cessado a extração do minério em escalas cada vez mais importantes. Saint-Hilaire, o ilustre visitante que percorreu o Brasil, afirmou sobre as reservas minerais de Itabira que bastavam por si sós para o suprimento integral de todo o mundo, por séculos. Suas serras, montes e picos de ?hematita? e ?manganês? dão imponente testemunho de suas riquezas, em muda concordância com a previsão de Saint-Hilaire. Modernamente, se admite existência de minerais atômicos na área do município.
O padrão econômico dos moradores foi sempre elevado em relação ao de outras zonas do Estado, permitindo às tradicionais famílias locais a construção de grandes residências em estilo colonial, que ainda hoje dão à cidade um aspecto senhorial e característico.
O centenário da elevação de sua sede à categoria de vila foi comemorado em 1948, com grandes festividades cívicas.
Formação Administrativa
Distrito criado, com a denominação de Itabira de Mato Dentro, pelo Alvará de 25-01-1827, e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, sendo subordinado ao município de Caeté.Elevado à categoria de vila, com a denominação Itabira de Mato Dentro, pela Resolução de 30-06-1833, sendo desmembrado de Caeté. Tendo sede na antiga povoação de Itabira de Mato Dentro e constituído do distrito sede. Instalado em 07-10-1833.
Elevado à condição de cidade, com a denominação de Itabira, pela Lei Provincial n.º 374, de 09-10-1848.
Pela Lei Provincial n.º 384, de 09-10-1848, e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de São José da Lagoa e anexado ao município de Itabira.
Pela Lei Provincial n.º 1.635, de 15-09-1870, e pela Lei Estadual n.º 2, de 14-09-1891, é criado o distrito de Carmo de Itabira e anexado ao município de Itabira.
Pela Lei Provincial n.º 1.758, de 01-04-1871, pela e Lei Estadual n.º 2 ,de 14-09-1891, é criado o distrito de Santa Maria e anexado ao município de Itabira.
Pela Lei Provincial n.º 2.876, de 20-09-1882, e pela Lei Estadual n.º 2 ,de 14-09-1891, é criado o distrito de Dionísio e anexado ao município de Itabira.
Pela Lei Municipal n.º 26, de 23-05-1894, e pela Lei Municipal n.º 214, de 07-09-1901, é criado o distrito de Aliança e anexado ao município de Itabira.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911 o município é constituído de 5 distritos: Itabira, Aliança, Carmo de Itabira, Santa Maria, São José da Lagoa.
Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de I-IX-1920 o município é constituído de 5 distritos: Itabira, Aliança, Nossa Senhora de Itabira, Santa Maria e São José da Lagoa. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
Pela Lei Estadual n.º 148, de 17-12-1938, é desmembrado do município de Itabira o distrito de São José da Lagoa, elevado à categoria de município com a denominação de Presidente Vargas. O mesmo Decreto altera os nomes dos distritos de Santa Maria para Santa María de Itabira e de Nossa Senhora de Itabira para Senhora do Carmo.
No quadro fixado para vigorar no período 1939 a 1943 o município é constituído de 4 distritos: Itabira, Aliança, Santa Maria de Itabira e Senhora do Carmo.
Pela Lei Estadual n.º 1.058, de 31-12-1943, o município de Itabira passou a denominar-se Presidente Vargas e o distrito de Aliança passou a chamar-se Ipoema. Ainda pelo mesmo Decreto-lei é desmembrado do município de Itabira o distrito de Santa Maria do Itabira, elevado à categoria de município.
Pelo Decreto n.º 2.430, de 05-03-1947, o município de Presidente Vargas voltou a denominar-se Itabira.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído de 3 distritos: Itabira, Ipoema e Senhora do Carmo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.



